domingo, 25 de julho de 2010

10 comentários:

JL disse...

Quando você ver uma montanha
Acredite nas suas palavras
Palavras de quem jamais traiu
De quem nunca derramou seu sangue
Nunca guerreou com outros montes
Mais altos ou mais baixos que ela
E a natureza é sentinela
Com suas vertentes colinas

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Essa é antiga, né?

Obrigado por nos proporcionar essas obras primas!!!

Dora Gadelha disse...

Denise,

passei a conhecer melhor o teu trabalho em 1981 no disco Pelos Caminhos da América! Depois os outros, os livros... A principal música do meu casamento: O amor é leve!

Por aí você já viu a importância no teu trabalho na minha vida!

Parabéns! Você é um presente para todos nós que te admiramos tanto.

Faz um show pra gente!!! Sou de Fortaleza, mas irei em qualquer lugar.

Fabi disse...

Amo o seu trabalho. É de uma classe e de grande inspiração. Sao trabalhos que não consigo parar de uvir ou ler!!
Obrigado!
Fabíola

Danilo Amaral disse...

Olá Denise, todas as vezes que ouço sua música, "Alloete", me transporto para lugares cheios de poesia. Li que vc tem a gravação da versão instrumental dela, mas não consegui achar aqui na net. Será q vc disponibilizaria esta versão?

Paz e Bem!

oficinadoluiz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
g picanco disse...

Denise, sou Gugu, irmão do Fernando Picanço.
Hoje ouvi uma música do King Crimson e lembrei das reuniões em final de 60, início de 70.
Carlos Drummond, Ana Maria Bahiana,
...
Tinha acabado de ler o livro de FC do Karel Capek, a Guerra das Salamandra e. comentando isso, você mostrou uma composição sua.
Estou viajando na maionese?

Fanzine Episódio Cultural disse...

Despertando a Impaciência


Um senhor, que não havia ajustado seu despertador, colocou-o sobre uma cadeira, para que pudesse despertá-lo no final da madrugada. Ele acabou perdendo a hora tendo que sair às pressas. Deixou o pobre e desolado despertador sobre aquela superfície insegura. Com o passar do tempo, este foi perdendo a paciência, devido ao “chá de cadeira” que estava tomando.
Por incrível que pareça o seu temperamento explosivo era motivo de chacotas: Dependendo dos seus ponteiros demonstrava ora um sorriso aberto: (13h: 45 min), ora um semblante fechado: (17h: 40 min). A cadeira, sempre tímida e de “pernas abertas” começou a matutar quanto aquele folgado ficaria ela. Criou coragem e perguntou sarcasticamente:
– Escute aqui: será que “você não se enxerga”, não hein?
Com muita paciência ele respondeu:
– Fique tranqüila; daqui a pouco vou colocar a boca no trombone... Vou incomodar todo o mundo! Tenha calma; em breve sairei.
–Acho bom mesmo! Sou uma cadeira de respeito. Disse ela.
Quando os ponteiros marcaram 4 horas, o relógio começou a falar mal de deus e todo o mundo. Nisso entra no quarto o filhinho de quatro anos. Ele, inocentemente segura o despertador pela alça e o arremete contra o chão, despedaçando-o completamente.
A cadeira não se conteve e começou a rir às pregas despregadas. O menino – muito curioso – acabou subindo sobre ela. O pirralho não parava quieto. Era um tal de sobe e desce que não acabava mais.
Então ela tomou uma decisão drástica: Quando o fedelho subiu novamente, ela gingou de tal maneira que ambos acabaram caindo. O menino se pôs a chorar como se tivesse visto um fantasma.
Sua mãe entrou no quarto e viu a desordem montada. Não podia acreditar que seu filho tinha acabado de destruir o relógio. Como não estava a costumada a bater nele, ela descontou sua fúria sobre a pobre cadeira. A dona da casa segurou-a pelo encosto, e jogou-a contra a parede, transformando-a em um monte de madeira inútil. A dona retirou-se dali levando o menino consigo. No silêncio daquele quarto dois objetos silenciosamente moribundos se acusam.


Do livro (O Anjo e a Tempestade) de Agamenon Troyan
machadocultural@gmail.com

ZÜRCK disse...

Denise querida, você é a cantora de "Alouette"? Amo essa canção!

Wikoyah Aja disse...

aloha aku ia oukou, i ka ike oukou hoʻolako i ka loa kiʻi, a me hopefully pono
Obat Kelenjar Getah Bening Di Ketiak

dragaox2 disse...

Alguém sabe aonde encontro a música chocolate de Denise emmer compacto de 1979 por favor obrigado