domingo, 4 de outubro de 2009

AMARES

Dize-me.
Toca pra mim
Quando sonhares
Canta
E chora
Teus trovares

Fala-me.
Vem pra mim
Quando me olhares
Vem
E fala
Teus chorares

Pede-me.
Voa pra mim
Quando me amares
Voa
E abre
Teus pomares.

5 comentários:

Nydia Bonetti disse...

Lindo, como sempre, Denise.
Beijo.

Wilson Torres Nanini disse...

Maravilhoso poema! De quem não tem medo que o que haja no outro não passe de desejos de areias movediças. Pois, poesia é risco, um habitat entre pomar e penhasco. Abraços!!!!

Assis de Mello disse...

Seus poemas não requerem "por favor". Pode abusar do imperativo que haverão de te atender... !! rsss.
Adorei, mestra !!!

CRÍTICA NACIONAL disse...

Sensibilidade, sentimento, sensação do amor real é o que nos traz esse poema.
Parabéns Denise por ser a intérprete desses sentimentos.

Toni Ferreira

Fernando Campanella disse...

Lindos teus cantares.